“... E lá foi ela brincar de ser mulher, de repente viu que
a brincadeira não era tão legal assim, quis voltar, deixar tudo, ficar pra trás e apenas
brincar e namorar como qualquer pré-adolescente, mas agora era tarde ela tinha
que terminar a brincadeira, salvar o mundo e prender o vilão. Ela já o tinha
feito isso outras vezes, mas foi de forma tão lenta e espontânea que nem viu.
Agora era a prova dos sete, só ela e mais nada, algumas palavras de apoio pelo caminho,
mas nenhum ombro amigo do lado, nenhum amigo ou amiga de infância, coisas tão
pequenas que as pessoas nem costumam notar que tem pra ela fazia muita falta.
Pois foi lá e fez, voltou com a sensação de missão cumprida. Voltou Cheia de
arranhões e hematomas , mas nada que o tempo não curasse e que um amor não
entorpecesse .”
É muito mais fácil falar de mim em terceira pessoa, do
escrever que estou falando de mim, e assim as coisas vão, assim elas acontecem. Aprendi a lutar sozinha aprendi a ser meu próprio exercito. E de tantas
batalhas que já lutei descobri que posso vencer essa guerra.
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